Separa a mente do coração,
o coração da mente,
pois esta traz-te a razão
,enquanto que o outro impede-te a acção
neste mundo onde te preocupas demasiado com a ilação,
pois há aquele que sente,
ao contrário do outro que apenas mente,
pois minha gente aqui já não reside um crente
na honestidade e na realidade
de um país onde ninguém sabe dizer a verdade.
Por isso meu amigo
sabe que pode sempre contar comigo
nesta jornada dura e árdua
,que segue nesta estrada
que tem mais obstáculos
do que um polvo tem tentáculos.
Não sou Poeta de sonhos,
falo sobre o que me causa dor,
sobre meus sentimentos e amor
sem nunca deixar de proclamar minhas ideias
só porque as pessoas não concordam e acham-nas feias.
A minha mente faz-las sair pela boca como se fossem teias
conectadas e interligadas
neste paraíso de palavras
onde nada é dietético mas sim dialéctico
com o objectivo de acordar o puto céptico
que estas rimas escreve
para a sinfonia completar
com poesia breve
onde admite que tudo o que lhe dizem está certo
e, para além disso, está mais que correcto.
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Poesia #1 - De quem és Portugal???
Portugal,
um País criado pelo tal,
aquele comandante
que motivou as suas tropas
e as levou a avante
para sul nos expandiu
e com sua espada os mouros de morte feriu
ele que jamais caiu,
morreu, sim, mas a sua mente viveu
nos ensinamentos que nos deu
que nos guiaram por séculos
e guiará até este país voltar a ver
outro comandante com suas capacidades nascer.
Este não é o seu País,
ladrões, ignorantes e corruptos
que só pensam na riqueza
e nos diamantes em bruto,
mas quem se fode é o puto
que vê o seu futuro ficar curto.
Aqui não há dinheiro,
mas para a corrupção até temos um terreiro,
o que lá vai naquele meio,
das decisões sobre as acções,
onde nos tratam como peões,
pois esqueceram-se do que somos compostos.
Estamos cada vez mais sedentos,
neste país de maus exemplos,
onde se destrói o futuro dos seus rebentos,
que já não vêem sementes
plantadas pelas grandes mentes,
Camões e Pessoas
Verdes e Campos,
que nos guiam me guiam nestes belos cantos
pois escrevo e leio em meus recantos
esta poesia de gente inteligente,
num país onde não há santos
somos poetas
que escrevem pela certa
nesta carta aberta
na qual procuram uma reacção
de todos seus conterrâneos,
desde a nova geração
aos contemporâneos,
que compõe uma nobre população
que a este País do seu coração
dá vida e paixão!
Venho de nobre academia,
que fica lá bem no Minho,
de onde trago comigo amor
amizades e simpatia
para escrever sobre esta dor
que a alma me enche de rancor
raiva e ódio
que me fazem querer consumir ópio
para que finalmente acabe este tópico,
triste e deficiente,
onde se vê o poder mal tratar a sua gente
tento mudar algo com as palavras que me fluem na mente
e acabam impressas nesta sebenta
onde tudo parece tão extenso que arrebenta
enquanto que alguma gente se senta,
para ouvir este miúdo proclamar
uns versos poéticos,
que à acção vem incitar
dignos de um movimento bélico,
pouco estético, e onde nada é sintético.
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